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De volta a atividade física? É preciso fazer uma avaliação postural

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Os campeonatos regionais de futebol começaram mas, como todos os anos, só começam a esquentar após quatro ou cinco rodadas. Não devido aos resultados, mas ao condicionamento físico dos jogadores, que chegam das férias fora de forma. “Todos os clubes cumprem o que chamam de pré-temporada. Geralmente, viajam para uma outra cidade, onde treinam em tempo integral. Obviamente que os treinadores aproveitam esse tempo para trabalhar a parte tática e técnica, mas o objetivo principal é recondicionar fisicamente os jogadores. A preparação física não vislumbra apenas a parte cardio  respiratória, mas trambém a muscular, para evitar, assim, lesões, distensões e estiramentos”, explica o ortopedista do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e especialista em medicina do esporte, o dr. João Marcelo Amorim.

O médico do CREB utiliza o exemplo dos atletas de futebol para alertar sobre algo muito sério. Segundo ele, é muito comum pessoas que estão fora de forma, em longos períodos de inatividade, começarem a praticar esportes sem realizar uma avaliação postural. “Quando muito, a pessoa procura um cardiologista para avaliar a parte cardio respiratória. Mas dificilmente vai ao consultório de um ortopedista para avaliar sua postura. Os jogadores de futebol fazem essa avaliação, no começo da temporada, para evitar problemas sérios, como as temidas distenções e estiramentos. O mesmo deve acontecer com quem está iniciando atividades regulares após longo tempo de inatividade física. Os riscos são grandes, é preciso contar com a orientação de um especialista”, explica o ortopedista.

– Os cardiologistas são procurados porque as pessoas sabem que existe risco de óbito, mas ortopedistas também precisam ser consultados para que se faça uma avaliação postural, avaliando angulações articulares, desvios posturais, desnível de membros inferiores, diferença de musculatura entre membros e, também, encurtamentos, entre outros itens. A partir desta avaliação, podemos evitar lesões que podem ser sérias e afastar a pessoa do objetivo de se exercitar regularmente – explica o dr. João Marcelo Amorim.


Ossos enfraquecidos cada vez mais cedo

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A osteopenia, estágio inicial da osteoporose, costuma ser diagnosticada nas mulheres a partir dos 50 anos de idade.

Com a chegada da menopausa, os médicos solicitam exames de suas pacientes para verificar se há o problema, relacionado a alterações hormonais. Mas a redução da densidade dos ossos tem surpreendido mulheres cada vez mais jovens, por volta dos 40, aumentando o risco de fratura, alertam os especialistas.

Em 2010, quando tinha 38 anos, a atriz americana Gwyneth Paltrow quebrou uma perna, e foi diagnosticada com a doença. Segundo o presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas do Sociedade Brasileira de Ortopedia, Bernardo Stolnikci, uma das razões para a chegada precoce do mal é a má alimentação na infância e na adolescência. Nos dias d ehoje, jovens têm deixado de lado pratos balanceados e atividade física de impacto, o que resulta em problemas de saúde na vida adulta. “Muitos são sedentários e com pouco controle da parte nutricional”, observa.

Entre 7 e 14 anos há o ‘pico de massa óssea’. A partir do final da adolescência, não há mais ganho de densidade. “Nutrientes como cálcio ajudam a formar os ossos. Correr e pular corda garantem o bom funcionamento das células”.

Segundo Bernardo, a maioria dos pacientes procura ajuda só depois de fratura. O tratamento é com suplementação de vitamina D e cálcio. Há ainda remédios que inibem a perda de massa óssea. “Hoje há fórmulas manipuláveis em forma de ‘shake’ para tornar o tratamento mais agradável e fácil”, explica a farmacêutica Cláudia Souza, da Rede de Farmácia de Manipulação Officilab. A ‘papinha’ é feita, basicamente, de vitamina D3, cálcio, magnésio e licopeno.


Fique atento!

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No mês de agosto programe-se para não interromper seu tratamento.

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